Histórias que Inspiram

10 anos de Empack e Logistics & Automation Porto

Histórias que Inspiram nasce para celebrar os expositores que estiveram connosco desde o primeiro dia.

Empresas que começaram pequenas ou em plena fase de crescimento, que evoluíram ao longo dos anos e que ajudaram a construir a história da Empack e Logistics & Automation Porto ao longo de uma década.

De uma pequena equipa a referência no setor: o percurso da DOMINO em Portugal

Começámos em 1994, quando Ricardo Gonçalves e Henrique Gonçalves fundaram a Marque TDI com uma equipa pequena e um propósito claro: levar as melhores soluções de codificação e marcação industrial ao mercado português. Ao longo dos anos fomos crescendo, conquistando a confiança dos nossos clientes e tornando-nos uma referência no setor.

Em 2009, esse percurso foi reconhecido pela própria Domino Printing Sciences, que nos convidou a integrar o grupo como subsidiária. Hoje somos cerca de 90 pessoas e temos aproximadamente 65% de quota de mercado em Portugal, mas mantemos o espírito de proximidade com que começámos.

Empack e Logistics & Automation: O que levou o vosso “eu” expositor da primeira edição a apostar na Empack e L&A Porto? O que vos fez dizer: “vamos experimentar”? 

DOMINO: No nosso setor, a proximidade é tudo. Por mais que o mundo digital evolua e transforme a forma como comunicamos, há algo insubstituível em estar presente, em mostrar, explicar e ouvir cara a cara. A Empack e L&A Porto representou desde o início uma oportunidade única de fazer exatamente isso: estar no mesmo espaço que os nossos clientes e parceiros, compreender os seus desafios e apresentar soluções concretas. Foi essa convicção que nos fez dizer “vamos”.

EeL&A: Depois de 10 anos a participar na feira, o que mais valorizam nesta relação com a Empack e L&A Porto?

DOMINO: Depois de 10 anos na Empack, o que mais valorizamos é a qualidade das conexões que criámos. Não falamos apenas de negócio, falamos de relações que se foram construindo edição após edição, com clientes que voltam, com parceiros que cresceram connosco e com um público cada vez mais exigente que nos desafia a ser melhores.

EeL&A: Há algum momento, encontro ou oportunidade vivida na feira que recordem com especial carinho?

DOMINO: Ao longo de dez edições, são muitos os momentos que ficam. Mais do que negócios fechados, ficam as conversas inesperadas no stand, o cliente que veio à feira sem intenção de comprar e saiu com uma solução que transformou a sua linha de produção. São esses encontros que nos lembram porque estamos aqui.

EeL&A: Se a Empack e L&A Porto fosse uma pessoa, como a descreveriam hoje? E como era na primeira edição?

DOMINO: Se a Empack e L&A Porto fosse uma pessoa, seria um profissional experiente, com uma rede de contactos sólida e uma visão clara do setor. Uma referência para a indústria, com um nome que foi sendo construído com consistência e uma capacidade crescente de responder às exigências do mercado.

Na primeira edição era um profissional jovem e ambicioso, ainda a afirmar o seu lugar. Mas edição após edição foi evoluindo, aperfeiçoando a sua organização, a sua logística e a experiência que proporciona a expositores e visitantes. Hoje colhe os resultados desse trabalho.

EeL&A: Há algum objeto “imprescindível”, curiosidade ou pequena tradição que nunca falte no vosso stand? Algum ritual ou “segredo” que queiram partilhar connosco? 

DOMINO: Há um detalhe que nunca falha no nosso stand: as canetas personalizadas com o nome de cada pessoa que nos visita, gravadas pelo nosso laser F230i. É um gesto simples, mas que reflete bem o que fazemos e a forma como nos relacionamos com os nossos clientes. Para além disso, nunca prescindimos de ter equipamentos em funcionamento e amostras disponíveis. Acreditamos que ver e tocar é a melhor forma de compreender o que as nossas soluções fazem na prática. Numa feira como a Empack, isso faz toda a diferença.

EeL&A: Finalmente, que conselho dariam hoje ao vosso “eu” expositor da primeira edição? 

DOMINO: Uma feira não é apenas uma montra, é uma oportunidade única de perceber o que o mercado precisa, o que os clientes valorizam e onde podemos melhorar. Ao longo de dez edições aprendemos que a forma como nos apresentamos importa tanto quanto o que apresentamos. Investir na experiência do stand, na demonstração dos equipamentos e nos detalhes que tornam cada visita memorável faz toda a diferença. A quem expõe pela primeira vez, diríamos o mesmo: vai com abertura, ouve com atenção e usa cada edição como ponto de partida para a seguinte.